Sobre Simulador de Poupança
O simulador de poupança estima o crescimento de um saldo com juros compostos e depósitos mensais. Ajuda a explorar como valor inicial, prazo, aportes e taxa de juros influenciam uma meta de acumulação. Uma projeção permite separar o dinheiro depositado do crescimento produzido pela taxa escolhida. Isso ajuda a explorar metas de reserva e perceber o efeito de manter aportes por mais tempo. Use diferentes hipóteses para comparar cenários, sempre distinguindo o resultado matemático das condições reais de um produto financeiro.
Como funciona
A cada mês, os juros são calculados sobre o saldo anterior e o aporte é acrescentado no fim do período. A taxa informada permanece constante durante toda a simulação. A tabela separa depósitos, juros e saldo acumulado. Nos juros compostos, o saldo de um mês participa da base do mês seguinte. Como o aporte entra no fim do período, ele começa a render no período posterior. Uma taxa mensal não deve ser multiplicada por doze para representar uma taxa anual composta equivalente, pois o saldo cresce ao longo dos meses.
Como usar
- Informe valor inicial e aporte mensal, usando zero quando não houver.
- Preencha o prazo em anos inteiros e a taxa percentual mensal.
- Confira o resumo e a evolução mês a mês.
Exemplo prático
R$ 1.000 a uma taxa hipotética de 0,5% ao mês, sem aportes, geram R$ 5 de juros no primeiro mês. No seguinte, os juros incidem sobre R$ 1.005. Com saldo inicial zero, aporte mensal de R$ 100 e taxa zero, um ano acumula R$ 1.200. Esse cenário oferece uma referência sem rendimento. Ao informar uma taxa positiva, compare a parcela dos depósitos com os juros estimados para entender a origem do saldo final.
Simulação e rendimento real
O cálculo não consulta Selic ou TR nem reproduz automaticamente as regras de aniversário da caderneta de poupança. A taxa é uma hipótese escolhida por você. Inflação, mudanças de rendimento e condições do produto podem alterar o resultado real; consulte o Banco Central para entender a remuneração da poupança.